acabou

Setembro 9, 2006 at 0::56 (Sem categoria)

A crônica do nascimento de Sorik como vampiro acabou.

A história toda esta centralizada em http://mcavanholi.googlepages.com/YamanakaSoriki-CrnicasdeumEspadachimdeAizu.pdf

bom, talvez um dia quem sabe sei la, eu faça a história que conta a sua maldição, mas como eu disse, talvez um dia quem sabe sei la

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Aizu/Japão – julho de 1983: destino

Setembro 3, 2006 at 21::19 (Sem categoria)

Acordo do meu longo sono. Agora sei onde estou. Não percebi ontem, em meu anceio em seguí-lo para onde quer que fosse. Agora vejo o erro que cometi, profanamos um templo de Buda. É um templo antigo e quase ninguém vem aqui pois a região é muito instável, isso torna o lugar um ótimo esconderijo, mas nem os ladrões ou mafiosos ousam entrar. E aqui estamos nós, além de termos entrado num lugar sagrado, passamos a noite aqui. Só espero que ele não tenha cometido nenhum assassinato nesta região.

Ele percebeu que fiqueis desconcertado, mas mesmo depois de ele me perguntar, eu não lhe disse a razão. Não vale mais o esforço de falar, eu também nunca fui muito religioso, não sei porque estpu pensando nessas coisas agora.

Saímos do templo, fomos para a vila, eu o observei e o escutei atentamente, muitas regras devia ser seguidas, e muitos cuidados tomados. Compreendi que os vampiros não dominam tão abertamente o mundo como eu havia imaginado anteriormente, para começar são muito poucos, se fossem criados muitos vampiros, os filhos se levantariam contra os pais e haveria guerra novamente, e a espécie se encarregaria de se destruir.

Fora isso também existe a luz do Sol, que é mortal, alguns podem suportá-la por mais tempo, mas nunca tanto quanto os humanos, e também o fogo. Bom esse último é mortal para todos os que vivem, e para alguns que não vivem mais também. Ainda existem pessoas com poderes o suficiente para acabar com vampiros poderosos.

Aprendi a me alimentar, como deveria proseguir, mas não consegui fazer isso. Meu mestre tomava os samurais para se alimentar. Não conseguiria beber sangue de outra pessoa. Precisava ser um guerreiro ou soldado. Já eu não conseguia tomar do mesmo sangue. Não compreendia ainda o porque.

Estavamos próximo ao castelo quando vi a irmã de meu amigo. Família bem conceituada, e de grande poder, jamais desejaria atacá-la, mas por algum motivo, eu avancei sobre ela, ela me reconheceu, e como aconteceu comigo antes, ficou imóvel. Institivamente eu a abracei, e mordi seu pescoço. Seu sangue desceu por minha garganta.

Achei que tinha levado a noite toda, mas passaram mais alguns segundos. Quando parei, ela estava em êxtasi, segundo meu mestre, isso aconteceria sempre que me alimentasse de alguém. Ao invés da dor de uma mordida, daria prazer à minha vítima, lambi o local dos furos, eles sumiram assim como aconteceu com a médica ontem.

Deixei-a ali, deitada, escostada na parede. estava saciado. Invadimos o castelo, neste ponto me separei dele, ele me encotraria mais tarde. Fui para o jardim, alguma coisa me fazia mover para lá. Quando cheguei, compreendi. Ela estava ainda mais linda que tinha estado nos últimos dias.

Se virou e correu na minha direção, estava preocupada, eu havia desaparecido, ninguém sabia o que tinha acontecido comigo. Digo-lhe que está tudo bem, mas logo isso terá de acabar, não poderei mais ficar ao seu lado, próximo a ela. Vou embora deste castelo, como um covarde se preferir, mas é a única maneira de eu sobreviver.

Ela fica em estado de choque ao receber a notícia, mas lhe prometo uma coisa, antes do fim de tudo, eu a veria novamente. Após isso eu a beijo, e ficamos juntos por muito tempo, até que ela pega no sono, até que eu sinto o sol que se aproxima, ela acordará, e não me verá ao seu lado.

Sigo para o templo, não conheço outro lugar para ir. no caminho percebo uma coisa, estava carregando minha espada, não havia mais necessidade disto, eu era agora um desertor, não seria mais samurai, mesmo assim, continuo carregando ela. Como lembrança de uma outra vida.

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Aizu/Japão – julho de 1983: vida

Setembro 2, 2006 at 19::29 (Sem categoria)

Acordo, mas permanesso deitado. Abro meus olhos lentamente. Ainda é dia.
Me sinto muito fraco, mas uma estranha vontade de levantar me domina. Estou num hospital, o médico vem a mim, o mesmo ao qual pedi ajuda ontem. Ele me explica que fui encontrado no chão, inconciênte. Fui trazido apra cá por um amigo meu.

Ele me pergunta sobre o que realemte ouve, uma vez que diagnosticou que o que me atingiu foi a mesma coisa que derrubou outros samurais nesta semana.

EU lembro muito bem do que aconteceu, do que senti. Antes não lembrasse. Mas não tenho coragem de falar sobre isso. Ele apenas compreende meu silêncio, é médico mas compreende o orgulho de um samurai, eu fui derrotado, sem ter nenhuma chance de vencer.

Fico na janela, observando a paisagem, nunca antes tinha reparado no canto dos pássaros, no suave sussurro do vento, ou no último brilho do por do sol num dia. Sol este que já se move para baixo das montanhas e além dos mares.

Quando reparo, já é noite. Mas basta eu fechar meus olhos para ver mais uma vez a terra iluminada pelo último brilho do sol.

Assim que viro, vejo alguém conhecido, desagradável. Aquele que me derrotou ontém, e não me matou.

Ele pede para não me assustar ou fazer qualquer alarde, ele quer falar comigo em paz. Eu não tenho escolha, já aceitei minha morte. Eu não deveria ter medo, eu poderia ser eterno como as estrelas e acomoanhar os acontecimentos desta terra ao longe. Como ele sabia? Não sei, ele pode ter me feito falar de uma forma que eu não lembrasse depois. Ou eu poderia ter falado alto ao invés de apenas pensar na primeira noite em que o vi.

Eu tinha alternativas, eu poderia escolher a morte, e tudo acabava ali. A morte viria de qualquer forma, ao menos como humano. Mas tinha a opção de renascer como vampiro, e ser eterno como as estrelas, mas se seguisse por esse caminho, jamais poderia ver a beleza da luz novamente. Apenas a escuridão me abrigaria.

Porque agora? Porque não na primeira noite? Ele não tinha a intenção de me abraçar, mas devido às minhas atitudes durante a semana, ele decidiu que eu estava a altura de sua espécie. A altura dos grandes líderes do mundo. Então era verdade, restava apenas ao Japão sucumbir perante os vampíros, iria descobrir mais tarde que não era bem assim. Dentre tudo o que eu fiz, a minha reação e os meus atos em relação ao assassinato que ele tento impunhar a mim foi o ponto chave, o que tornou concretas as suas intenções.

Nunca iria imaginar que aquilo era uma armadilha, um mero teste. Eu não era amigo dele, eu apenas o conhecia, mesmo se eu não o conhecesse, esse tipo de atitude não me agrada. Na época em que vivo, isso não deveria me afetar.

Eu apenas aceito. Estava sentado, mas sem reparar, fiquei com muita vontade de permanecer em pé, assim o faço. Ele se aproxima de mim, e como na última noite, me abraça e me morde. Prazer e escuridão, é o que me cerca, até que resta apenas a escuridão.

Alguma coisa toca meus labios, é quente e salgada. Mais tarde descobri que era meu sangue, misturado com o dele, misturado com o Sire dele, com o Sire do Sire dele até o GrandSire. Este sangue que me daria uma vida nova, e fecharia totalmente as portas para a vida que eu tinha até então.

Lembro de ter esutado alguém perguntando o que estava contecendo, essa pessoa fora silenciada.

Quando acordo, é ainda de madrugada, uma mulher está caída próxima a mim, eu a reconheço, é a esposa do médico. Eu a matei? Ao meno nisso fui reconfortado. Ela estava viva, mas fraca, iria sobreviver. Antes de saírmos e manda eu lamber o local onde a mordi, só entendi isso depois de o fazer, os furos sumiram.

Logo o sol iria voltar para iluminar esta terra, deveríamos nos abrigar. O sigo cegamente, não reparo onde estamos indo. Mas o local é seguro. Eu poderia descansar em paz durante o dia, para reinar na noite que agora dormia.

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Aizu/Japão – julho de 1983: derrota

Agosto 30, 2006 at 21::39 (Sem categoria)

Noite silenciosa. Há uma tempestade vindo, é possível ver as grandes núvens ao longe, no horizonte. Elas tapam o brilho das estrelas.

Elas estão diferentes também. Continuam lá, não aumentaram nem diminuíram, mas o brilho delas, é mais intenso. Mas nada pode ser extraído delas, elas brilham, idiferentes aos acontecimentos desta era.

Há um vento muito forte também, e quente. Vento solitário, não traz nada com ele, nenhum odor, nenhum som, apenas a sua própria voz. Fora o vento, o silencio reina absoluto. Nem as aves noturnas dão sinal de vida.

Alguma coisa vai acontecer, posso sentir isso, mas não consigo saber o que é.

As águas do rio estão estranhamente calmas, tranquilas apesar do vento e da tempestade que se aproxima rápido. É possível ver perfeitamente o reflexo das estrelas em sua superfície lisa.

Ao longe o vejo, institivamente desembainho minha espada, avanço rapidamente contra ele. Mas assim que a luz da lua crescente bate em seu rosto, eu paro. A espada pendendo ao lado do corpo, um corpo sem movimento.

Ele se aproxima, me abraça, encosta seus labios em meu pescoço, e me morde.

Sinto um terrível prazer, é vergonhoso sentir isso com um homem. A katana fica imóvel no chão.

Tudo fica escuro.

. . .

Estou muito cansado, e fraco. Mal tenho forças para abrir meus olhos.

Ele não esta mais aqui.

O sol aponta sobre as motanhas. Nunca tinha reparado,

tão distante, tão belo . . .

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Aizu/Japão – julho de 1983: mito

Agosto 29, 2006 at 0::59 (Sem categoria)

Após tudo terminar, volto para a vila, eu realmente não estou com sono.
No caminho é possível ouvir boatos sobre um assassinato. Prestando um pouco de atenção, consigo ouvir onde o corpo foi encontrado. Próximo a uma ponte, lugar estranho para se abandonar um corpo, até parece que o assassino gostaria que encontrassem.

Assim que chego ao local, e vejo o corpo, um pressentimento muito ruim passa pela minha mente. A vítima possui três cortes no peito, pela altura e inclinção dos cortes, foi onde eu acertei aquela criatura noite passada. É possível que sej tudo uma ilusão, e eu tenha apenas matado um samurai comum? Mas há algo estranho no corpo, eu lembro nítidamente que jorrou muito sangue dele quando o acertei, mas a roupa que o morto esta vestindo, tem muito pouco sangue.

Eu reconheço ele, é um ano mais velho que eu, e um espadachim muito melhor. Eu jamais iria derrotá-lo num confronto direto. Decido ir falar com um amigo a respeito disso. No caminho de volta para o castelo, os botaos deixaram de ser boatos. A notícia estava se espalhando rapidamente.

Antes de chegar ao meu destino, meu comandante me interrompe, e interroga sobre o corpo do samurai que esta jogado próximo a ponte e do que eu falei ontem. Eu apenas contraponho dizendo o que notei no corpo, e o que pretendia fazer. Fui ameaçado de morte caso alguma coisa do que eu falei fosse mentira. Isso não seria necessário. Se alguma coisa for mentira, eu mesmo tiro minha vida.

A pessoa com quem vou falar é um médico do feudo, um ótimo profissional, e que não faz distinção entre as castas. Falo pra ele o que vi, e peço que ele veja o corpo e de sua opnião médica. Ele concorda.

Os guardas ja estava desperssando as pessoas e se preparando para recolher o corpo e enterrá-lo. Mas quando nos viram, permitiram que ele o examinasse.
Quando viu o corpo, ele disse que, pela quantidade sangue, o ferimento era superficial, e ninguém morreria por isso. Enquanto ele falava, as pessoas foram se amontoando novamente em volta.

Assim que examin ou melhor, confirmou o que eu lhe falei, o ferimento era profundo, mas a quantidade de sangue na roupa não batia com o tipo de ferimento. Duas possibilidades, ele havia perdido muito sangue antes de levar o ataque, alternativa essa que ele não sabia explicar, ou  ele ja estava morto quando fizeram os cortes.

Isso me deixou com muita raiva, nada do que eu fiz ajudou ele. E seu corpo ainda foi cortado para que eu fosse incriminado.

A estranha causa da morte não demorou a circular pelas ruas. Pude ouvir, uma senhora falando, que esse tipo de morte ja aconteceu antes, a muito tempo atras. E que as criaturas sombrias que causavam isso eram chamadas de “vampiros”. A mesma história que me contaram essa noite.

Temendo o disturbio que esse tipo de noticia causaria, eu me dirijo para ela e para os que estavam onvindo-a. Nego o que ela falou, e digo que o que aconteceu a muito tempo atras, a forma da morte, era muito diferente. Eram casos diferentes.

Isso fez com que as pessoas se calassem, ou por acreditarem em mim, ou por medo, uma vez que sou samurai, e eles me devem obediencia.

Mas a idéia de vampiro não abandonou meus pensamentos. Se esses seres eram tão fortes e poderos assim, como hoje ainda poderia existir homens. A não ser que, em todas terras além do mar e do por-do^-sol, ja tenham sido dominados por eles, restando apenas nós para serem conquistados. Sendo assim, todos morrriam.

Quando me levanto, ja é noite. Um dos comandantes vem a mim, e me agradece pelo que falei hoje na vila, mas ressalta de que talvez, o enganado seja eu. Eu concordo com ele e lhe digo o que penso. Ele afirma que esta possibilidade também tem espaço em sua mente.

A noite avança, e as estrelas não dão sinal do que está por vir.

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Aizu/Japão – julho de 1983: ataque

Agosto 27, 2006 at 22::45 (Sem categoria)

Desta vez eu estou fora do castelo, foi muito continuar vivo, mais ainda não ter sido punido, mas certamente não confiaram mais em mim, afinal, eu faltei com minhas obrigações.

Vou passar a noite na vila.passo um tempo no cassino, a noite esta fria e silenciosa mais uma vez, não há movimento na rua. Fico vagando silenciosamente a esmo. Hoje está nublado.
Após algum tempo, começa ventar, o vento é gelado, mas não chega a causar frio. É uma sensação muito estranha.

A outra pessoascaminhando por ai também, eu diria até que me seguindo, já faz um bom tempo que escuto passos me acompanhando. Entro numa casa de chá, fico observando, mas ninguém passa. Depois de um tempo eu saio.

Estava me dirigindo para o hotel, iria permancer ali esta noite, ja que hoje não teria onde ficar. No meio do caminho, escuto passos novamente, mas estes estão a minha frente.

Vou na direção do som, tudo silencia novamente, apenas o vento pode ser ouvido, agora o vi, as roupas são as comuns daqui, não sei onde as arranjou, talvez roubando de alguma vitima. Mas de longe eu reconheço aqueles olhos, eles não estão dirigidos para mim.

Pude indentificar outra pessoa, que parecia não ter notado o estranho assassino. Não sei bem como foi, mas quando vi, o estranho ja estava abraçando e “beijando” o pescoço da outra pessoa.

Imediatamente eu corro contra eles, ele parece não perceber minha aproximação, o corpo cai, e antes dele olhar na minha direção, saco a espada e abro três grandes cortes no peito dele. Muito sangue jorra, ele não faz nada, não grita, não da sinal de ter sido cortado, apenas sorri e vai embora.

Agora esta confirmada a historia dos sobreviventes, os dentes dele não eram normais. Fico paralizado. Quando me dou conta da minha situação, procuro pelo corpo, ele não esta mais ali.

Será que o que eu vi foi uma ilusão? Não pode ser, o sangue na lamina da minha katana é real. Limpo a espada, guardo-a e sigo meu caminho, não para o hotel como pretendia fazer, mas diretamente para o castelo.

Assim que chego ao portão, sou abordado por um guarda, o reconheço, é o mesmo covarde que esteve comigo duas noites atras, argumento que eu tenho assunto de estrema importancia para tratar com o comandante, mas ele se recusa a me deixar passar. Ele não teria chances contra mim, tudo bem que não sou um bom espadachin, mas ele é muito novo ainda, falta-le experiência.

Para meu alivio, surge um amigo meu, que veio verificar o que estava contecendo, explico o que vim fazer, mas não dou detalhes, ele sabe que pode confiar em mim, ja demonstrei isso a ele outras vezes antes. Sendo assim, ele me deixa passar.

Vou imediatamente ao comandante, ele estava reunido com outros samurais e superiores. Primeiramente fui interrogado do que estava fazendo ali, e como eu tinha entrado, depois fui ameaçado, eu devia sair dali ou pagar o preço pela invasão. Ignorando a tudo, eu lhes digo tudo o que aconteceu, na noite do primeiro ataque, e no que acabei de ver.

Alguns riem, mas os mais velhos permacem sérios, apenas perguntam se eu estava falando a verdade. Eu apenas confirmo. Pedi para conversar em particular com um dos comandantes mais velhos. Ele aceita.

Assim que nos afastamos, eu questiono sobre qual é a sua suspeita, ele fala de uma lenda antiga, difícil de se acreditar, os ataques estranhos o tinha feito relembrá-la, e a minha confirmação alimentará ainda mais a suspeita. Apenas a forma das mortes é diferente do que a lenda conta, mas mesmo assim, tem muita coisa parecida.

Saio dali apenas no inicio da manha, ele inerveio junto ao lorde de Aizu e eu ganhei a permição para permacer novamente no castelo. Mas sob a condição de não vê-la ou me comunicar de qualquer forma com ela, eu aceito.

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Aizu/Japão – julho de 1983: tumulto

Agosto 26, 2006 at 23::36 (Sem categoria)

Acordo um pouco antes do meio dia, realmente nada aconteceu esta noite. Vou almoçar na vila, junto com alguns amigos. caminhando pelas ruas, é possível perceber que ninguém ousa falar sobre as mortes de dois dias atras. Mas se prestar atenção, poderá ouvir susurros a respeito. Sussurus que se calam sempre que um samurai é avistado perto de quem está falando.

Pelo menos não á caos na região. Os sobreviventes estão bem, ja se recuperaram, a maoria esta traumatizada demais, e não consegue falar nada. Eles falam algo sobre dentes e olhos, pessoas que aparecem do nada. Bom, o choque de quase morrerm deve ter afetado suas mentes, se bem que há um pouco de verdade no que eles falam. Aqueles olhos, ainda estão gravados na minha memória.

No cassino, recebo uma mensagem. Ela respondeu, dizendo que sabia da minha situação, se desculpou por ter me causado problemas, ela acredita que o desejo dela de ficar comigo tenha meprejudicado. Mas ela passa bem.

Assim que volto ao castelo, sou informado que não ficarei de guarda, finalmente um tempo livre, imediatamente lhe mando uma mensagem, queria saber seseria pos´sivel nos ver esta noite. Não recebo nenhuma mensagem, mas mesmo asim, algumas horas depois do fim do dia, me dirijo para o local marcado.

Fico apenas olhando as estrelas e adormeço ali. Sou acordado por ela. Ela veio afinal, passamos a noite juntos, ela está chateada, a segurança aumentou muito, foi difícil sair do castelo, mas que esta feliz em estar comigo.

Fico feliz de tê-la junto de mim. Eu não sei o que fazer, nossa condição simplesmente impede nossa união. Talvez, com a chegada dos estrangeiros, antigos costumes caiam, e talvez possamos viver juntos numa nova era. Era uma ilusão, uma ilusão tola, se eu soubesse o que estava por acontecer, jamais desejaria isso.

A noite acaba. Nos perdemos no dia, acordo junto a muito barulho. Alguma coisa aconteceu. A filha do lorde desapareceu, os guardas estão mortos, alguns como os do primeiro ataque, outros cruelmente. Nenhum guarda externo foi atacado, ou viu sinal de invasão.

Será que eles consguiram ficar no castelo esses dois dias? Pelo menos ela está a salva, estava comigo durante a noite toda. Isso trará futuros problemas, ela está assustada. Certamente serei repreendido severamente dessa vez.

O pai, que ja estava desesperado, e havia mandado matar alguns guardas, a única explicação para a invasão foi a falha ou a participação deles. Mas ele fica aliviado ao ver a filha salva. E numa atitude que nunca imaginei, ela fala que estava comigo a noite toda. Dessa forma, ela não morreu, está viva.

Isso me deixou numa situação ainda pior, começa a suspeita de que eu esteja envolvido. Mas no final acabo sendo poupado, ela explica tudo ao pai, com vim a saber mais tarde. Não serei repreendido apenas pelo apelo que ela fez, mas nunc mais poderei vê-la.

O dia passa rápido. A noite chega silenciosa novamente. Tem alguma coisa estranha no ar, é possível sentir pelo vento . . .

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Aizu/Japão – julho de 1983: consequências

Agosto 26, 2006 at 15::25 (Sem categoria)

O sol nasce, ela deve ter fugido ao ouvir o som de alarme próximo a ela.
Tanta coisa feita em vão. Esses malditos estrangeiros, conseguem interferir até na vida pessoal do outros.

Meu amigo passa bem, ele não morreu, mas está muito fraco. O pouco que pode falar, confirmou o que eu senti, não consegui fazer nada.

O ataque frontal causou maiores danos houve mortos, mas nem mesmo os melhores médicos do país puderam determinar a causa real da morte. Alguns foram encontrados com dois estranhos furos no pescoço. Mas muitos outros não. No final, teve um total de 18 vítimas, sendo que 12 delas foram fatais, destas, apenas em 3 foram encontrados os furos.

Mesmo com o estranho ataque, minha falta não passou desapercebida, apenas pelo motivo de que eu era necessário, e de que minha interferência evitou mais uma morte eu não fui castigado, meu comandante deixou isso bem claro.

Mas eu não acredito que eu tenha realmente interferido, eu não disse isso a ninguém, eu apenas não fiz nada naquela hora, aquela pessoa, criatura, seja la o que for, não matou meu amigo por que não quis.

Os sinais de luta foram poucos, poderia se dizer que os guardas morreram sozinhos, sem assassinos.

No meio da tarde, fui informado de que ficarei de guarda novamente, mas não sozinho, e não no memso posto que antes, farei ronda esterna, o estúpido posto de patrulhador.

No cair da noite, consegui enviar uma mensagem à ela, explicando o que aconteceu, e que não poderei vê-la esta noite. Além do mais, por ser filha do lorde de Aizu, ela ficará mais protegida e reclusa.

As estrelas surgem novamente, no seu ciclo eterno. Desta vez não consigo apreciá-las, a visão de ontem a noite ainda está gravada nos meus olhos.

Colocaram um covarde junto de mim, no final acabei sendo punido, além de ter que vigiar, tenho que cuidar dele. É um novato, seu irmão morreu ontem, o único que possuia sinais de resistencia, ele estava ferido, e foi encontrado muito sangue junto ao corpo, talvez ele tenha ferido seu assassino. É possível que o berro de dor dele tenha dado o alarme, por que se todos os outros foram como aconteceu comigo e com meu amigo, não haveria alarme.

Felizmente, nesta noite, nada de mais aconteceu. Ao menos, nada aparente, mais um dia chega para destruir as sombras do medo. Porém o slicêncio da morte continua pairando no ar.

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Aizu/Japão – julho de 1983: encontro

Agosto 26, 2006 at 1::07 (Sem categoria)

Durante o dia ficou definido quem faria a ronda, onde e em quais horários. Meu turno começava proxímo à meia-noite, junto à passagem lateral do castelo.

Fazem três semanas que os estrangeiros chegaram nesse país, desde aquele dia, muitos conflitos vem acontecendo ao longo do Japão. Mas eu não me importo com isso, não quero essa vida.

Quanto tempo disperdiçado, ficar rondando um lugar onde dificilmente um invasor chegará, num dos mais nobres castelos do país.

Aproveitando a calma aparente, convenço um colega de dojo a ficar no meu lugar. Não lhe digo os motivos, pois isso poderia trazer muitos problemas. Ninguém pode suspeitar do nosso encontro, é para ela que me dirijo.

Enquanto caminho pela ponte do lago interno, fico observando as estrelas, eu gosto delas, estão sempre ali, do início ao fim de todas as eras. É um pensamento muito antigo, que me acompanha desde a minha infância, o desejo de me juntar as estrelas, e ver os acontecimentos desta terra de longe, apenas apreciando.

Há peixes muito bonitos no lago, gosto deles, de ficar olhando, mas infelizmente, não posso tê-los. É uma pena de qualquer forma.

Ao longe eu posso vê-la, deslumbrante. Escuto o apito de invasão, uma terrível dúvida se abate sobre mim, cumprir meu dever e ir proteger o castelo, ou seguir meu desejo e ir vê-la? Não deve ser nada demais, afinal, ultimamente vem acontecendo muitos distúrbios.

Algum tempo depois do alarme ter parado, vejo um vulto próximo a mim, fora do caminho. Vou ver o que é, e vejo um de meus amigos sendo abraçado por alguém que não conheço, vestido com roupas que nunca vi antes, seria um invasor?

Mas, ele esta, “beijando”, meu amigo. Ele me vê, solta meu amigo que cai no chão, sem reação, eu não conseigo fazer nada, aqueles olhos verdes prenetantes, não consigo me mover, não, eu não tenho vontade de me mover.

Assim que o invasor desaparece, recupero minha vontade, souo o apito de emergência e vou até meu amigo, ele ainda está vivo, nenhuma marca. Não tinha reparado, mas a luz, volta a nascer.

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Capítulo I & II

Agosto 18, 2006 at 23::45 (crônica)

Como não consegui fazer como eu queria, vou deixar assim mesmo.

Capítulo I

Capítulo II

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